A segmentação de mercado é um dos primeiros passos em qualquer estratégia organizacional. Em negócios do tipo B2B (entre empresas), defini-se o foco a partir de dados como porte, localidade e segmento de atuação. Já em negócios B2C (entre empresas e consumidores), a segmentação tradicional considera, geralmente, informações como idade, sexo, renda e cidade.

Para se definir os nichos que serão foco, as organizações devem conhecer seus clientes e agrupá-los conforme o perfil. No ambiente digital, onde atuam lojas virtuais, portais de informação e entretenimento, instituições de ensino, construtoras, imobiliárias e empresas de SaaS, entre outros segmentos, um outro ingrediente torna-se ainda mais importante: o comportamento online dos diferentes públicos.

Conhecendo bem a interação de cada pessoa com seu site, app mobile ou sistema web, é possível entender melhor cada segmento e direcionar as ações de marketing para melhorar resultados de acordo com o objetivo do negócio: vender mais para a base de consumidores, melhorar audiência, reduzir taxa de churn, converter mais inscrições, aumentar ciclo de vida dos clientes (lifetime value), entre outros objetivos.

Mas aí você pensa: “cada pessoa tem um comportamento de compra diferente”. Exatamente! Para se obter uma vantagem competitiva, portanto, é preciso conhecer o perfil de cada consumidor ou usuário e, assim, comunicar-se com mensagens inteligentes e personalizadas. Com esse tipo de segmentação, o resultado é engajamento e fidelização.

Ao coletar as informações da identidade dos seus clientes, é preciso transformá-las em estratégia e resultados. Integrar os dados coletados à ferramentas de marketing digital como e-mail marketing, servidores de anúncios e motores de recomendação, entre outros, permite que a sua estratégia de marketing se torne mais efetiva na medida que possibilita o envio de mensagens personalizadas, atendendo exatamente ao perfil do seu cliente, fortalecendo o relacionamento entre a sua marca e o seu público.

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